Sediado no Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, o INCT Leveduras foi implementado em 22 de dezembro de 2022 a partir da chamada nº 58/2022 do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

MISSÃO

Conhecer, preservar e utilizar as leveduras da biodiversidade brasileira promovendo inovação para o desenvolvimento sustentável.

linha do
tempo

REDE DE
PESQUISA

O Instituto está estruturado em quatro grandes núcleos de pesquisa: Núcleo de estudos da biodiversidade; Núcleo para caracterização genética e fisiológica; Núcleo de ômicas e bioinformática e Núcleo de inovações biotecnológicas. Cada núcleo é coordenado por um pesquisador de referência, responsável pela gestão científica da rede.
coordenação
comitê gestor
pesquisadores
colaboradores estrangeiros
coordenação

O INCT Leveduras tem à frente os professores Carlos Rosa, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, e Andreas Gombert, da Escola de Engenharia da Unicamp. Eles fazem o gerenciamento geral do projeto, avaliando o progresso de cada etapa e de cada grupo de pesquisa por meio de encontros e indicadores de qualidade.

comitê gestor

Responsável pela gestão financeira, o Comitê Gestor estabelece o cronograma orçamentário, que inclui as despesas com capital e custeio, a partir do cronograma de execução dos objetivos.

Junto com a Coordenação, compõem o Comitê Gestor os seguintes cientistas:

Boris U.Stambuk – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Luciano G. Fietto – Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Marco A. Z. Ayub – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FRGS)
Melissa F. Landell – Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Silvio S. da Silva – Universidade de São Paulo (USP)

pesquisadores
O INCT Leveduras possui diversos laboratórios associados, unindo pesquisadores de oito estados brasileiros: MG, SP, RS, SC, TO, AL, BA e AM.

conheça os pesquisadores seta
colaboradores estrangeiros
O INCT Leveduras trabalha em interação com grupos de excelência de países líderes na pesquisa sobre leveduras. O objetivo é colaborar no aumento da produção científica e na mobilidade de pesquisadores formados ou em formação. Entre nossos colaboradores estão: Katholieke Universiteit Leuven (Bélgica), Universidad Autónoma de Coahuila (México), Universidad Católica de Santa María (Peru), Universidad de Murcia (Espanha), Universidade Nova de Lisboa (Portugal), University of Western Ontario (Canadá), University of Wisconsin-Madison (EUA).

NÚCLEOS DE
PESQUISA

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Núcleo de estudos da biodiversidade de leveduras

É aqui onde tudo começa! O núcleo 1, coordenado pelos professores Carlos Rosa e Melissa Landell, tem por objetivo caracterizar e descrever a diversidade de leveduras em ecossistemas brasileiros, além de realizar estudos genômicos, fisiológicos e biotecnológicos.

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Núcleo para caracterização genética e fisiológica

O núcleo 2, coordenado pelo professor Andreas Gombert, tem um papel intermediário. É responsável pela caracterização das várias linhagens e espécies de leveduras e pela seleção daquelas que serão estudadas pelos demais grupos para desenvolvimento de processos.
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Núcleo de ômicas e bioinformática

O núcleo 3, coordenado pela professora Glória Franco, tem como objetivo o sequenciamento de várias amostras de espécies coletadas em ambientes diferentes, muitas delas caracterizadas como novas espécies. A ideia é sequenciar o genoma como um todo, montar o genoma em seus cromossomos originais e fazer a anotação dos genes existentes.
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Núcleo de inovações biotecnológicas

Onde a “magia” acontece! O núcleo 4 é coordenado pelos professores Silvio Silvério da Silva e Marco Antônio Ayub e tem como objetivo desenvolver a Tecnologia de Bioprocessos, isto é, levar as linhagens de leveduras isoladas pelo Núcleo 1 do nosso INCT aos biorreatores. Isso mesmo! Em nossos laboratórios, as leveduras são investigadas quanto às suas capacidades de produzirem biomoléculas com potencial de aplicação na sociedade, seja como insumos para a indústria, tais como bioetanol, enzimas, proteínas funcionais, entre outras, seja como potenciais novos medicamentos. É neste núcleo que desenvolvemos a etapa intermediária entre a bancada acadêmica e a planta industrial.

instituições associadas

PARCEIROS